O #amor não tem rótulos – #diversidade #inclusão

Hoje vimos nas redes sociais um vídeo maravilhoso que representa bem que o amor deve ser praticado em sua forma mais pura, sem rótulos. O amor não tem gênero. O amor não tem raça. O amor não tem deficiência. O amor não tem idade. O amor não tem religião. O amor não tem fronteiras.

Usando uma tela de raio-x foi mostrado em praça pública casais de esqueletos apaixonados. ❤ ❤ A identidade por trás dos esqueletos foi a grande emoção! Assista e se emocione:

Se você tem esperança em mundo de mais amor e respeito à diversidade e à Natureza, compartilhe seus sentimentos por aí. Converse com as pessoas, tenha paciência para expor suas ideias. O desconhecimento leva ao preconceito, violência, sofrimento e espanto diante da diversidade social, cultural, sexual e étnico-racial. Vamos abordar temas contemporâneos com uma visão otimista e contribuir para uma educação inclusiva e com afeto.

Descobrindo as bonecas de pano na cultura brasileira: os bonecos de pano chegaram!! #presente #Natal #boneca #boneco #cultura

Nova_Foto_os3
 
“(…) os brinquedos são hoje entendidos como importantes instrumentos de exploração da criança com o mundo.” Trecho do artigo de Roselne Santarosa de Sousa (UFSJ)
 

Agora as crianças poderão brincar com alguns personagens dos livros d’O mundo colorido de Francisca. Sininha, Francisca e Deco ganharam suas versões em bonecos de pano de 30cm, confeccionados à mão pelo Ateliê Papalotes especialmente para você!

No artigo “DESCOBRINDO O LUGAR DA BONECA DE PANO NA CULTURA LÚDICA BRASILEIRA” a autora Roselne ressalta:

“Por sua configuração antropomórfica (1), [a boneca de pano] é um dos objetos lúdicos mais apreciados pelas crianças contribuindo para a aproximação do universo infantil e estabelecendo redes de conexão com a história da humanidade, com seus rituais, folclores, religião e com os saberes próprios da comunidade que a apropria. Acrescentamos as considerações do folclorista Câmara Cascudo (1988) acerca da boneca de pano, pois, como defende o autor, ela reflete a cultura brasileira, servindo como verdadeiro documento da expressão popular, oferecendo indicadores da condição sócio-econômica, uma vez que a define como própria do universo lúdico das crianças pobres, refletindo a indústria doméstica e tradicional do país, além de estarem presentes em todo o território nacional.”

Através dos bonecos esperamos que as crianças se identifiquem ainda mais com as histórias d’O mundo colorido de Francisca, respeitando ainda mais a diversidade e a Natureza, através do afeto.

Visite a nossa loja virtual: http://omundocoloridodefrancisca.iluria.com

Ou entre em contato: franciscacolorida@gmail.com

Carol Graciosa: (21) 99153-3443 / carolgraciosa@gmail.com

———————————————————————————————————————————————–

(I) 
(an.tro.po.mor.fis.mo) Fil.
sm.
1. Conceito ou ação de atribuir a Deus, aos deuses ou aos seres sobrenaturais sentimentos, ideias, paixões e atitudes próprias do seres humanos.
2. Conceito ou ação de atribuir aos seres irracionais e inanimados formas e comportamentos humanos.
[F.: Do fr. anthropomorphisme.]
 
Fonte: http://aulete.uol.com.br/antropomorfismo#ixzz2nBpav5QV

“O conhecimento que o leva não além de si é bem pior que a ignorância”

Com esse ditado sufista começamos o dia de hoje.

E quem nos traz belas palavras sobre o poder da contação de histórias é a escritora turca  Elif Shafak.

“Temos a tendência de nos agrupar com base em semelhança e então criamos estereótipos sobre outros grupos de pessoas. A meu ver, uma maneira de transcender esses guetos culturais é por meio da arte de contar histórias. Histórias não podem demolir fronteiras, mas podem fazer buracos em nossos muros mentais. E por esses buracos, podemos dar uma espiada nos outros, e talvez até mesmo gostar do que vemos.”

“Os sufistas dizem: “O conhecimento que o leva não além de si é bem pior que a ignorância”. O problema com os guetos culturais de hoje não é a falta de conhecimento. Nós sabemos muito sobre os outros, ou assim achamos. Mas o conhecimento que não nos leva além de nós mesmos, nos torna elitistas, distantes e desconectados. Há uma metáfora que eu adoro: viver como um compasso. Como vocês sabem, uma perna do compasso é fixa, presa num lugar. Enquanto isso, a outra perna desenha um círculo amplo, sempre se mexendo.”