Crianças que desafiam as normas de #gênero: Adele leva o filho para a Disney vestido de princesa #diversidade

A cantora Adele leva à Disney o seu filho, Angelo, que vai vestido de princesa Anna, personagem do desenho animado Frozen, com sapatilha e tudo.

Em nosso livro ‘Meu dia de princesa‘, Deco vai brincar com a Francisca e também quer ser uma princesa. Com a atitude, Adele mostra que apoia a individualidade do pequeno!

Parabéns, Adele!

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Leia outros posts sobre diversidade, inclusão, aceitação e valorização em nosso blog:

E as crianças nos ensinam sobre #aceitação, #diversidade e #inclusão. #educação #LiteraturaInfantil #livro #literatura

#LivrosInfantis sobre #meninos que se vestem como #meninas #livro #literatura #crianças #infantil #bullying

 

 

 

 

Estamos na Revista Educação de dezembro, na matéria “Valorizar a oralidade” #educação

No primeiro livro da primeira coletânea, que foi feito em preto e branco e leva o mesmo nome da série – O mundo colorido de Francisca – encerramos as páginas com uma cantiga popular, intitulada “A barata diz que tem”, que brinca com a oralidade, fazendo rimas para serem entoadas em brincadeiras de roda.

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A Revista Educação ilustrou a resenha do livro ‘Oralidade e alfabetização: uma nova abordagem de alfabetização e letramento‘ do professor e pesquisador da UFF, Claudemir Belintame, com as páginas 20 e 21 de nosso livro. O professor Claudio defende que a leitura e oralidade têm de vir na frente da escrita: “São duas possibilidades tanto de ler o mundo como de ler imagens e diversas linguagens. E também de escutar o mundo, os diversos sons. A escrita se dinamiza a partir desses potenciais.”

Revista Educação:

Oralidade

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O professor vai mais além em entrevista concedida em setembro de 2011 para a mesma revista:

“Nossa educação infantil, porém, ainda é muito desorganizada. Sabe pouco sobre a infância e aproveita pouco as pesquisas sobre a infância. Por exemplo: sabemos que uma criança de 1 ano e sete ou oito meses é capaz de fazer relações intertextuais impressionantes. Uma criança estava batendo com uma colher de pau numa tigela e a mãe disse: Filha, você vai quebrar a tigela. Ela respondeu: Canta o pato, mãe! “O pato” é a música do Vinicius que fala: o pato pateta quebrou a tigela. Ela trouxe a música inteira de uma expressão, é uma relação intertextual sofisticada”, diz Claudio Belintame.

Leia entrevista completa com o professor Belintame: http://revistaeducacao.uol.com.br/textos/146/artigo234592-1.asp