Livros que ensinam #DicaDaChica #leitura #LiteraturaInfantil @reabme

Continuamos descobrindo diversos livros infantis lindos, que seguem a mesma temática que os nossos, abordando temas contemporâneos com uma visão otimista, para contribuir com uma educação inclusiva.

A Ana Leite, do site Reab.me, espaço online com conteúdo que abrange desde questões conceituais básicas, como definições sobre doenças e tratamentos, até assuntos práticos, como orientações à familiares e profissionais sobre métodos e recursos; movimenta as redes sociais com diversas dicas, e lá encontrei o livro ‘A vovó virou bebê’.

O livro conta a história de Sofia e de sua avó Dorinha, que sofre com Alzheimer, e relata diversos fatos que acontecem na vida de tantas famílias que precisam lidar com a doença, além das perguntas curiosas dos netos que notam que “tem alguma coisa diferente com a vovó”.

Um livro bastante sensível, que ensina para as crianças sobre a enfermidade e passa a mensagem de que os melhores remédios para cuidar dos parentes que adoecem são paciência, amor e carinho.

Mais um livro que ensina!

Filmes nacionais para trabalhar em sala de aula #cinema #escola #LDB #multiculturalismo #TemasTransversais

CinemaEscolas
Desde 2014 que a Lei 13.006 garante a exibição de filmes brasileiros nas escolas de ensino básico. É preciso que a exibição seja interessante e envolva os estudantes no debate e reflexão sobre os temas. Um exemplo é o filme Tainá 3 – A Origem, de Rosane Svartman, que conta a história da personagem Tainá, uma indiazinha que vive na Amazônia e parte para uma aventura em busca da mágica flecha azul, enviada por Tupã. O desafio faz parte de uma competição entre os garotos da aldeia para definir quem será o novo guerreiro da tribo. Mesmo sendo impedida de participar por ser menina, ela conta com a ajuda do avô e parte em busca da flecha.
 
A história pode ser um ótimo gancho para os estudantes conhecerem mais sobre a região da Amazônia, aprenderem sobre a cultura indígena e refletirem sobre a diversidade cultural do país. O filme também abre a possiblidade de trabalhar conteúdos de educação ambiental, contemplando discussões sobre o consumo consciente. Além disso, também podem ser abordadas relações de gênero, orientação sexual, construção e reconhecimento da autoimagem e da identidade. O site disponibiliza um guia do professor para cada filme (o guia do terceiro filme, Tainá 3 – A Origem, ainda não foi lançado), para auxiliar no desenvolvimento de projetos de educação ambiental, promover discussões temáticas em conjunto com todas as demais disciplinas e, ainda, aplicação nas aulas de Educação Física, Artes Cênicas, Artes Plásticas e Música.
Screen Shot 2016-03-28 at 2.19.34 PM.png
O portal  Porvir separou uma lista com algumas obras do cinema nacional que podem ser utilizadas na sala de aula e que foram apresentadas por Cláudia Mogadouro, pesquisadora do Núcleo de Comunicação e Educação da USP. Todos os filmes inseridos na lista têm materiais de apoio e planos de aula que foram publicados pela pesquisadora no site Net Educação.
1. Tainá 3 – A Origem (Rosane Svartman)
O filme da conta a história da personagem Tainá, uma indiazinha que vive na Amazônia e parte para uma aventura em busca da mágica flecha azul, enviada por Tupã. O desafio faz parte de uma competição entre os garotos da aldeia para definir quem será o novo guerreiro da tribo. Mesmo sendo impedida de participar por ser menina, ela conta com a ajuda do avô e parte em busca da flecha.

A história pode ser um ótimo gancho para os estudantes conhecerem mais sobre a região da Amazônia, aprenderem sobre a cultura indígena e refletirem sobre a diversidade cultural do país. Além disso, o filme também abre a possiblidade de trabalhar conteúdos de educação ambiental, contemplando discussões sobre o consumo consciente.

Classificação: livre
Público alvo: ensino fundamental
Duração: 80 minutos

O caminhoneiro João decide cruzar o Brasil para fugir de traumas do passado. Durante sua viagem, ele conhece Duda, um garoto órfão de mãe que decidiu procurar o pai. Enquanto os dois viajam, a amizade entre eles cria força. Apesar do drama, Duda é um menino cheio de vida que ajuda João a superar o seu passado.

O filme pode ser utilizado pelos professores para discutir sobre diferentes processos de urbanização no país e as novas configurações da família brasileira. As músicas do cantor Roberto Carlos também são outros elementos que estão presentes durante toda a obra. As cenas podem ajudar a refletir sobre a música popular brasileira e as suas influências no cotidiano.

Classificação: 14 anos
Público alvo: ensino médio
Duração: 90 minutos

3. A Máquina (João Falcão)

Com um roteiro alegórico, o filme conta a história de Antônio, um rapaz que mora em uma cidade chamada Nordestina, tão pequena que nem consta no mapa. Aos poucos, os habitantes do local começam a deixar a cidade para partir em busca do mundo. Quando a jovem Karina, por quem ele é apaixonado, decide ir embora, Antônio resolve construir uma máquina do tempo para ir até o futuro e trazer o mundo até ela.

Entre as cenas, os alunos podem ter contato com diversas manifestações da cultura popular nordestina. A história ajuda a refletir sobre o conceito do tempo e a construção do futuro. Outra possibilidade de trabalho é discutir com os estudantes as perspectivas de trabalho para brasileiros que moram longe dos grandes centro urbanos.

Classificação: livre
Público alvo: ensino médio
Duração: 90 minutos

4. Janela da Alma (João Jardim/Walter Carvalho)

O documentário apresenta pessoas com diferentes graus de deficiência visual e trata a relação que elas têm com a visão e o olhar. Diversas celebridades como o prêmio Nobel José Saramago e o músico Hermeto Paschoal fazem revelações sobre o significado de não ver em um mundo com o excesso de informações audiovisuais.

A obra pode ser utilizada pelo professor para trabalhar temas como deficiência, visão e o excesso de informações audiovisuais. O documentário também pode traçar um paralelo com a mito da caverna de Platão.

Classificação: livre
Público alvo: ensino médio
Duração: 73 minutos

5. Uma História de Amor e Fúria (Luiz Bolognesi)

A animação conta a história de amor de um herói imortal e Janaína. Passando por épocas históricas do Brasil, como a exploração portuguesa, a escravidão e a ditadura militar, o filme vai apresentando a trajetória do casal que sobrevive por todas essas fases. Além disso, a obra também apresenta uma projeção de futuro do país em 2096.

Entre os assuntos que podem ser trabalhados com os estudantes, estão a colonização portuguesa e a história do Brasil sob o ponto de vista dos dominados. Além disso, também é possível projetar problemas e soluções para o futuro.

Classificação: 12 anos
Público alvo: ensino médio
Duração: 74 minutos

6. Capitães da Areia (Cecília Amado)

Adaptação da obra de Jorge Amado, o filme conta a história dos adolescentes que vivem pelas ruas de Salvador, sem que ninguém possa cuidar deles. Liderados por Pedro Bala, os jovens formam um grupo chamado Capitães da Areia e vivem os sonhos e pesadelos de adolescentes.

O filme pode ser utilizado para trabalhar a disciplina de literatura, fazendo um paralelo com o livro. Outra possiblidade é criar reflexões sobre a adolescência e os amores da juventude.

Classificação: 16 anos
Público alvo: ensino médio
Duração: 96 minutos

Saiba mais:

O #amor não tem rótulos – #diversidade #inclusão

Hoje vimos nas redes sociais um vídeo maravilhoso que representa bem que o amor deve ser praticado em sua forma mais pura, sem rótulos. O amor não tem gênero. O amor não tem raça. O amor não tem deficiência. O amor não tem idade. O amor não tem religião. O amor não tem fronteiras.

Usando uma tela de raio-x foi mostrado em praça pública casais de esqueletos apaixonados. ❤ ❤ A identidade por trás dos esqueletos foi a grande emoção! Assista e se emocione:

Se você tem esperança em mundo de mais amor e respeito à diversidade e à Natureza, compartilhe seus sentimentos por aí. Converse com as pessoas, tenha paciência para expor suas ideias. O desconhecimento leva ao preconceito, violência, sofrimento e espanto diante da diversidade social, cultural, sexual e étnico-racial. Vamos abordar temas contemporâneos com uma visão otimista e contribuir para uma educação inclusiva e com afeto.

#LivrosInfantis sobre #meninos que se vestem como #meninas #livro #literatura #crianças #infantil #bullying @brainpicker

Desde que resolvi escrever para crianças e fiquei com vontade de ter um personagem masculino que não vê problemas em se vestir com roupas femininas, retratado no livro Meu dia de princesaque meus sentidos ficaram atentos tanto para o comportamento, quanto para a literatura mundial voltada pro assunto. É confortante saber que existem escritores por aí tratando da questão de forma direta, sem rodeios, defendendo a diversidade e o amor acima de tudo.

O website BrainPickings, da escritora e curiosa Maria Popova, é uma fonte maravilhosa de informações para um mundo de mais respeito e solidariedade. É um de meus sites prediletos. Vira e mexe ela mostra livros que questionam os mais diversos estereótipos de comportamento. Que combatem padrões femininos pré-concebidos, por exemplo, tanto no que se refere à costumes, quanto à vocações profissionais.

Um exemplo é o livro sobre a pequena Rosie, que sonha em se tornar uma competente engenheira e aprende a abraçar o fracasso como parte vital de sua trajetória. O fracasso é parte importante de nossas vidas, sendo a criatividade um de seus resultados. Ou seja: “Você tem que estar disposto a fracassar… se você tem medo de fracassar, não irá muito longe”, reforçou Steve Jobs em uma de suas célebres frases.

“You gotta be willing to fail… if you’re afraid of failing, you won’t get very far,” Steve Jobs

Um livro no qual esbarrei recentemente num Tweet da Maria [@brainpicker] é o ‘Morris Micklewhite and the Tangerine Dress‘ que na minha tradução livre se chamaria ‘Morris Micklewhite e o vestido cor de tangerina’.

morrismicklewhite

É um livro sobre o que acontece com os meninos que não se identificam com as regras sociais impostas acerca de como eles devem tratar sua própria identidade e não entendem porque eles não estão autorizados a desfrutar do que as meninas gostam. Morris quer usar vestidos. E quer ser um astronauta. As crianças zombam dele, pois astronautas não vestem vestidos… E por que não?!?!

Recentemente a mídia internacional divulgou que o casal hollywoodiano Brad Pitt e Angelina Jolie respeitaram o pedido da filha Shiloh de se vestir como menino e passar a ser chamada de John. A família da criança de oito anos de idade apoia plenamente a sua individualidade. Shiloh agora é John, usa roupas masculinas e é chamada pelo nome que se sente à vontade.

Mas, na maioria das vezes, o suporte que a família dá – quando dá – não reflete o comportamento da sociedade. Numa das passagens do livro a autora, Christine Baldacchino, retrata o que acontece com frequencia:

morrisvestido

‘Às vezes os meninos zombam de Morris. Às vezes as meninas zombam, também.
Morris finge que não está escutando,
enquanto caminha sozinho.
Zunzum, Zunzunzum…
Assobiando ou cantando, ele vai andando.
Morris finge que não ouve o que está ouvindo.’ [Tradução livre.]

O vídeo abaixo, infelizmente somente em inglês, faz uma sinopse sobre o querido Morris e seu vestido colorido 🙂

Nós te amamos Morris, O Astronauta de Vestido Tangerina!!! ❤

.:. Carolina Graciosa, autora d’O mundo colorido de Francisca .:.

Texto para a palestra em Havana, Cuba: Congresso Internacional Leitura 2013 – Para ler o XXI #literatura #diversidade #inclusão

Congresso Internacional Leitura 2013 - Para ler o XXI Há que se conhecer as forças do mundo para colocá-las em movimento' .:.  'Segundo Coloquio Internacional Sobre El Libro Para Bebés, Niños y Jóvenes'.

Participação no ‘Congresso Internacional Leitura 2013 – Para ler o XXI Há que se conhecer as forças do mundo para colocá-las em movimento’ ‘Segundo Coloquio Internacional Sobre El Libro Para Bebés, Niños y Jóvenes’.

Texto enviado para a palestra em Havana:

Congreso Internacional Lectura 2013: para leer el XXI Se ha de conocer las fuerzas del mundo para ponerlas a trabajar

La Habana, Cuba 

Autora: Carolina Graciosa

Projeto: O mundo colorido de Francisca

Tema: Diversidade e Inclusão

Origem: Rio de Janeiro, Brasil

O mundo colorido de Francisca: diversidade e inclusão no universo da literatura infantil

As crianças estão crescendo num mundo cada vez mais diverso, onde questões importantes estão deixando de ser abordadas ou muitas vezes os responsáveis nem sabem como explicar certas coisas. O mundo colorido de Francisca pretende oferecer uma literatura crítica, que busca trabalhar a condição humana e social de maneira divertida.

Francisca é uma menina como muitas outras. Magrela e alegre, tem 6 anos, mora na cidade grande e tem muitas perguntas na cabeça. Algumas podem ser simples, como ‘por que ela tem que dormir se acha que não está com sono?’ ou ‘por que não pode comer doce antes das refeições?’. Outras um pouco mais complicadas, como ‘por que tem gente que diz que rosa é cor de mulher e azul de homem?’, ‘por que a sua melhor amiga não tem pai?’, ‘por que seus pais não moram mais juntos?’ ou até ‘por que seu amigo tem duas mães?’.

O projeto incentiva um mundo de mais amor e respeito à diversidade e à Natureza. O desconhecimento leva ao preconceito, violência, sofrimento e espanto diante da diversidade social, cultural, sexual e étnico-racial. O mundo colorido de Francisca aborda temas contemporâneos com uma visão otimista e com a intenção de contribuir para uma educação inclusiva.

“Questões fundamentais da existência atingem crianças e jovens com intensidade semelhante à que atinge os adultos, mas os temas que expressam a angústia frente a essas questões são considerados polêmicos, e obras que tratem do mal, da morte, da violência na escola, da sexualidade, do homoerotismo são, em geral, consideradas ousadas, perigosas, inadequadas pelos docentes, e costumam passar longe da sala de aula, quando se sabe que nelas reside a possibilidade de, por meio da ficção, reconhecer e discutir os enigmas da existência humana e a problemática das relações sociais e, ainda, alcançar a construção de respostas existenciais necessárias aos projetos pessoais e coletivos.[1]

O projeto consta, a princípio, de uma série de 8 (oito) livros, com cerca de 20 (vinte) páginas cada, podendo ser ampliado e o formato repensado. O público estimado a quem a série se destina é o infantil, para crianças de 4 (quatro) a 8 (oito) anos de idade. Francisca pretende mostrar sua visão da realidade e diversão, além de abordar temas considerados polêmicos e os diferentes hábitos e valores existentes na sociedade contemporânea.

Foi pensando na importância de abordarmos temas muitas vezes considerados polêmicos na sociedade atual que a série foi desenvolvida. A princípio assuntos menos densos são retratados em Francisca, como a separação dos pais e conflitos infantis, intercalados por temas mais corriqueiros, para não transformar o projeto em uma série pesada (para os responsáveis). A intenção é avançar a coletânea e falar inclusive sobre casamento entre pessoas do mesmo sexo, adoção e morte, entre outros temas necessários.

Projeto Pedagógico

A literatura, como a experimentamos, faz parte de um universo de pessoas alfabetizadas com tempo livre e questões a serem desdobradas. Já a literatura infantil é um universo de imaginação e a ser criado junto à criança. De imaginação porque é o meio pelo qual letras e palavras se materializam para criar mundos, o que ainda é uma novidade para a criança. A ser criado porque é um mundo verossímil, que depende da capacidade de abstração das crianças para plasmar mentalmente uma situação, ou, mais complexamente, uma narrativa. Estamos, então, nos referindo não só à introdução de uma forma de passar o tempo como também de um instrumento que contribui para as funções cognitivas da criança além de formação de um futuro cidadão pelos conteúdos expressos.

“O mundo colorido de Francisca” tem por intenção trabalhar diretamente nessas duas áreas, lançando mão de uma linguagem acessível para crianças em processo de alfabetização e apresentando temáticas do mundo adulto que os pais, muitas vezes por impedimentos religiosos ou de formação, têm dificuldades em dialogar com seus filhos. Sendo assim, ‘O mundo colorido de Francisca’ tem por objetivo ser uma fonte inicial para a diversidade da vida, já que aborda temáticas que no universo imediato da criança – a família, a escola, a comunidade – podem não se apresentar, mas que na vida independente e nas grandes mídias são frequentemente mostradas.

Logo, temos um livro de literatura que pode ser tanto trabalhado no espaço escolar como no espaço privado, familiar ou pessoal da criança, contribuindo para a construção de autonomia na reflexão de questões presentes na vida.

Justificativas

A série de oito livros da vida de nossa pequenina Francisca se destina a crianças em processo de alfabetização, participantes do primeiros ciclos do Ensino Fundamental. Nada impede que sejam apropriados por crianças em outros ciclos, afinal, são livros paradidáticos em consonância com os temas transversais estabelecidos nos Parâmetros Curriculares Nacionais. E esses temas tratam da vida como um todo e não necessariamente de um conteúdo ou matéria específicos.

Os temas são preponderantemente urbanos e visam contemplar o universo circundante dessas crianças: vida familiar, vida escolar, os amigos e as novidades que encontramos nessa idade curiosa. Dessa forma, pretende interferir positivamente na formação de futuros cidadãos quanto à promoção da dignidade da pessoa humana e da igualdade de direitos.

Essa interferência é realizada pela literatura por esta ser um meio capaz de possibilitar a alternância do Eu. Trata-se de se colocar na posição do outro e com ele percorrer uma história que também se torna sua pois suscita sensações e julgamentos de valor. Portanto, para um tratamento didático enfocado, a série está alinhada com as temáticas transversais da Ética tangenciando questões de Pluralidade Cultural, Meio Ambiente e Orientação Sexual.

Podemos observar na série os conjuntos de ética quanto ao respeito mútuo, diálogo e solidariedade, tornando nossa heroína Francisca um exemplo e um exemplar de nossas crianças ao lidar com seu cotidiano. Ela perpassa por questionamentos, expressa com clareza seus sentimentos e desenvolve com racionalidade e afetividade suas dúvidas quanto ao certo e errado, muitas vezes retirando-o dessa dualidade.

Objetivos

Como a série de livros contribui para o aluno? Francisca compartilha dos seguintes objetivos estabelecidos pelos Parâmetros Curriculares Nacionais para o ensino fundamental:

– compreende a cidadania como participação social e política, assim como exercício de direitos sociais e políticos, civis e sociais, adotando, no dia-a-dia, atitudes de solidariedade, cooperação e repúdio às injustiças, respeitando o outro e exigindo para si o mesmo respeito;

– posiciona-se de maneira crítica, responsável e construtiva nas diferentes situações sociais, utilizando o diálogo como forma de mediar conflitos e de tomar decisões coletivas;

– conhece e valoriza a pluralidade do patrimônio sociocultural brasileiro, bem como aspectos socioculturais de outros povos e nações, posicionando-se contra qualquer discriminação baseada em diferenças culturais, de classe social, de crenças, de sexo, de etnia ou outras características individuais e sociais;

– percebe-se integrante, dependente e agente transformadora do meio ambiente, identificando seus elementos e a interação entre eles, contribuindo ativamente para a melhoria do meio ambiente;

– desenvolve o conhecimento ajustado de si mesma e o sentimento de confiança nas suas capacidades afetiva, física, cognitiva, ética, estética e de inter-relação pessoal e inserção social, para agir com perseverança na busca do conhecimento e no exercício da cidadania;

– conhece e cuida do próprio corpo, valorizando e adotando hábitos saudáveis como um dos aspectos básicos da qualidade de vida, e agindo com responsabilidade em relação à sua saúde e à saúde coletiva.

Rio de Janeiro, 2013


[1] Salto para o Futuro. Boletim 11, junho de 2007. Debate: Temas polêmicos na literatura. Conceituação e justificativa. Nilma Lacerda. Pág.03.