Novos lançamentos sobre #diversidade (via @publishnews )

 

Educação infantil e diferença

EduInfantilDiferença

PublishNews – 18/02/2014 – Redação

Lançamento da Papirus Editora propõe pluralidade do ensino infantil

Educação infantil e diferença (Papirus, 192 pp., R$ 44,90), com organização de Anete Ab

ramowicz e Michel Vandenbroeck, trata das diferenças, da prática e do contexto social, econômico e político para solucionar problemas do ensino infantil no Brasil. O objetivo principal do livro é trazer a diferença como tema central e finalidade de uma prática e teoria educativa. Os autores concordam que a educação infantil deveria se constituir como um espaço de diáspora, que não é a pátria idealizada e homogênea, mas uma inflexão territorial e temporal  operada pelos coletivos sociais a partir da racialização, do gênero, da sexualidade e da etnia.

Acolhimento da diversidade

PublishNews – 18/02/2014 – Redação

Obra busca compreender o desafio da democratização da escola

A educação é um campo em constante transformação. É nesse espírito que a obra Conselho escolar e diversidade: por uma ConselhoEscolarDiversidadeescola mais democrática (Edufscar, 280 pp., R$ 30), organizada pelas educadoras Maria Cecília Luiz e Renata Maria Moschen Nascente, vem para dar subsídios à compreensão do desafio da democratização da escola. Pesquisadores, docentes e discentes da Universidade Federal de São Carlos e de outras instituições federais e estaduais se reuniram para compreender as bases teóricas e as possíveis abordagens que permitem à escola acolher a diversidade, rompendo preconceitos e reconhecendo e aceitando o outro, perspectiva que, na visão desses estudiosos, deve ser fomentada no conselho escolar. A obra se divide em duas partes, inclusão e diversidade nos conselhos escolares e conselhos escolares e democratização.

Despertando o interesse dos alunos

john-deweyQuantas vezes você já ouviu falar na necessidade de valorizar a capacidade de pensar dos alunos? De prepará-los para questionar a realidade? De unir teoria e prática? De problematizar? Se você se preocupa com essas questões, já esbarrou, mesmo sem saber, em algumas das concepções de John Dewey (1859-1952), filósofo norte-americano que influenciou educadores de várias partes do mundo. No Brasil inspirou o movimento da Escola Nova, liderado por Anísio Teixeira, ao colocar a atividade prática e a democracia como importantes ingredientes da educação.

Dewey é o nome mais célebre da corrente filosófica que ficou conhecida como pragmatismo, embora ele preferisse o nome instrumentalismo – uma vez que, para essa escola de pensamento, as ideias só têm importância desde que sirvam de instrumento para a resolução de problemas reais. No campo específico da pedagogia, a teoria de Dewey se inscreve na chamada educação progressiva. Um de seus principais objetivos é educar a criança como um todo. O que importa é o crescimento – físico, emocional e intelectual.

O princípio é que os alunos aprendem melhor realizando tarefas associadas aos conteúdos ensinados. Atividades manuais e criativas ganham destaque no currículo e as crianças passam a ser estimuladas a experimentar e pensar por si mesmas. Nesse contexto, a democracia ganha peso, por ser a ordem política que permite o maior desenvolvimento dos indivíduos, no papel de decidir em conjunto o destino do grupo a que pertencem. Dewey defendia a democracia não só no campo institucional mas também no interior das escolas.

Fonte: Revista Nova Escola

Vídeo sobre John Dewey – Acervo Digital UNESP