Como usar as redes sociais na sala de aula @edutopia #educação #aprendizagem

Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo.” Paulo Freire 
“Se ensinarmos nossas crianças como no passado, estaremos roubando delas o futuro.” John Dewey (Tradução livre*)
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12 maneiras para usar as mídias sociais nas salas de aula (**)

1. Tweettar ou fazer atualizações de status em classe: a professora Karen Lirenman, do Canadá, permite que os alunos proponham o que ela chama de “nuggets de aprendizagem”, que são compartilhados para os pais lerem.

2. Escrever posts de blog sobre o que os alunos estão aprendendo: o professor Kevin Jarrett compartilha reflexões sobre seu laboratório STEM elementar para os pais a ler a cada semana.

3. Deixar os seus alunos escreverem para o mundo: os alunos da professora Linda Yollis ” refletem sobre a aprendizagem e a convivência em sala de aula.

4. Conectar-se a outras salas de aula através de mídias sociais: a professora Joli Barker conecta corajosamente sua sala de aula através de uma variedade de meios de comunicação.

5. Usar o Facebook para obter feedback de seus alunos para projetos virtuais de feiras de ciências: o professor Jamie Ewing está fazendo isso agora, como ele compartilhou recentemente .

6. Usar o YouTube para sediar um show ou um podcast de seus alunos. Os estudantes do professor Don Wettrick apresentaram o Focus Show online e agora compartilham o seu trabalho em um podcast.

7. Criar contas de Twitter para projetos especiais: a aluna Morgan passou dois anos testando e pesquisando os melhores aplicativos para crianças com autismo (com a ajuda de três “recrutas”), e seu trabalho ganhou o Prêmio NCWIT (National Center for Women & IT) para o Estado da Geórgia.

8. Fazer perguntas autênticas para envolver seus alunos na aprendizagem: o professor Tom Barrett fez isso com sua turma para estudar probabilidade, perguntando sobre o tempo em vários locais.

9. Comunicar-se com outras salas de aula: os projetos The Global Read Aloud, The Global Classroom Project e Physics of the Future são três exemplos de como os professores usam as mídias sociais para conectar seus alunos ao passo que eles colaboram e se comunicam.

10. Criar projetos com outros professores: o projeto Physics of the Future (citado anteriormente) foi uma parceria da autora desta postagem, a professora Vicki Davis, e o professor Aaron Maurer, depois de se conhecerem no Twitter.

11. Compartilhar a sua aprendizagem com o mundo: os alunos da professora Vicki Davis estão criando a Encyclopedia of Learning Games (Enciclopédia de Jogos de Aprendizagem) com os alunos de pós-graduação do Dr. Lee Graham, da Universidade do Sudeste do Alaska. Os educadores estão testando os jogos, e os alunos estão testando também.

12. Apoiar uma causa que você se preocupa: Aulas da Sra. Stadler estão trabalhando para salvar os rinocerontes na África do Sul, e a professora Angela Maiers tem milhares de crianças no projeto Choose2Matter, idealizado para aqueles que acreditam que suas ações positivas têm impacto no mundo.

“If we teach as we taught yesterday, we rob our children of tomorrow.” – John Dewey

** Tradução livre do site Edutopia

O Dia Internacional do Livro Infantil é celebrado anualmente no dia 2 de abril #livro #leitura #LiteraturaInfantil

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Esta data é celebrada por iniciativa do Conselho Internacional de Literatura para os Jovens (IBBY), que no Brasil é representado pela  Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil – FNLIJ.

O IBBY criou o Dia Internacional do Livro Infantil em 1967, para homenagear o escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, autor de algumas das histórias para crianças mais lidas em todo o mundo, e cujo aniversário do nascimento é no 2 de Abril.

Novos lançamentos sobre #diversidade (via @publishnews )

 

Educação infantil e diferença

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PublishNews – 18/02/2014 – Redação

Lançamento da Papirus Editora propõe pluralidade do ensino infantil

Educação infantil e diferença (Papirus, 192 pp., R$ 44,90), com organização de Anete Ab

ramowicz e Michel Vandenbroeck, trata das diferenças, da prática e do contexto social, econômico e político para solucionar problemas do ensino infantil no Brasil. O objetivo principal do livro é trazer a diferença como tema central e finalidade de uma prática e teoria educativa. Os autores concordam que a educação infantil deveria se constituir como um espaço de diáspora, que não é a pátria idealizada e homogênea, mas uma inflexão territorial e temporal  operada pelos coletivos sociais a partir da racialização, do gênero, da sexualidade e da etnia.

Acolhimento da diversidade

PublishNews – 18/02/2014 – Redação

Obra busca compreender o desafio da democratização da escola

A educação é um campo em constante transformação. É nesse espírito que a obra Conselho escolar e diversidade: por uma ConselhoEscolarDiversidadeescola mais democrática (Edufscar, 280 pp., R$ 30), organizada pelas educadoras Maria Cecília Luiz e Renata Maria Moschen Nascente, vem para dar subsídios à compreensão do desafio da democratização da escola. Pesquisadores, docentes e discentes da Universidade Federal de São Carlos e de outras instituições federais e estaduais se reuniram para compreender as bases teóricas e as possíveis abordagens que permitem à escola acolher a diversidade, rompendo preconceitos e reconhecendo e aceitando o outro, perspectiva que, na visão desses estudiosos, deve ser fomentada no conselho escolar. A obra se divide em duas partes, inclusão e diversidade nos conselhos escolares e conselhos escolares e democratização.

Dica da Chica: livros sobre #diversidade (#literatura #LiteraturaInfantil #inclusão #leitura #livro)

 O mundo colorido de Francisca reforça em seus livros o tema da diversidade, como a diversidade étnico-racial. Sininha é a menina negra amiga de Francisca, que é branca. No primeiro livro da série temos vários outros exemplos de diversidade, apresentando personagens de etnias variadas compondo um mundo mais do que colorido: entre outros personagens, Deco tem cabelo de anjo e Ziloca é nisei. Já Tom é gordinho e Casquinha usa óculos.

Falamos muito sobre ‘O cabelo de Cora‘ em nossa página do Facebook, que apresenta uma menina que tem o cabelo super crespo: ‘Cora é uma menina como as outras, que adora ir à escola e é bastante orgulhosa do seu cabelo. Ele não é liso como o das outras meninas. É crespo como o de sua Tia Vilma e sua avó. Mas talvez ‘O cabelo de Cora’ não pareça tão belo para suas colegas e ela pode precisar de um empurrãozinho para aprender a amá-lo de novo e a dizer para todo mundo o quanto ele é bonito do jeito que ele é.’ O livro explora o fato de que peso, altura ou um simples penteado fora do padrão podem causar problemas se a criança não possuir a autoestima de Cora.

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Outro livro que trata do tema é o ‘Menina bonita do laço de fita‘ que por meio da história de um coelho branco que se apaixona por uma menina negra oferece uma forma de apresentar às crianças a riqueza da diversidade étnica do Brasil e mostrar a importância de saber lidar com as diferenças.

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Que tal apresentar leituras ricas como essas para as crianças?

Descobrindo as bonecas de pano na cultura brasileira: os bonecos de pano chegaram!! #presente #Natal #boneca #boneco #cultura

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“(…) os brinquedos são hoje entendidos como importantes instrumentos de exploração da criança com o mundo.” Trecho do artigo de Roselne Santarosa de Sousa (UFSJ)
 

Agora as crianças poderão brincar com alguns personagens dos livros d’O mundo colorido de Francisca. Sininha, Francisca e Deco ganharam suas versões em bonecos de pano de 30cm, confeccionados à mão pelo Ateliê Papalotes especialmente para você!

No artigo “DESCOBRINDO O LUGAR DA BONECA DE PANO NA CULTURA LÚDICA BRASILEIRA” a autora Roselne ressalta:

“Por sua configuração antropomórfica (1), [a boneca de pano] é um dos objetos lúdicos mais apreciados pelas crianças contribuindo para a aproximação do universo infantil e estabelecendo redes de conexão com a história da humanidade, com seus rituais, folclores, religião e com os saberes próprios da comunidade que a apropria. Acrescentamos as considerações do folclorista Câmara Cascudo (1988) acerca da boneca de pano, pois, como defende o autor, ela reflete a cultura brasileira, servindo como verdadeiro documento da expressão popular, oferecendo indicadores da condição sócio-econômica, uma vez que a define como própria do universo lúdico das crianças pobres, refletindo a indústria doméstica e tradicional do país, além de estarem presentes em todo o território nacional.”

Através dos bonecos esperamos que as crianças se identifiquem ainda mais com as histórias d’O mundo colorido de Francisca, respeitando ainda mais a diversidade e a Natureza, através do afeto.

Visite a nossa loja virtual: http://omundocoloridodefrancisca.iluria.com

Ou entre em contato: franciscacolorida@gmail.com

Carol Graciosa: (21) 99153-3443 / carolgraciosa@gmail.com

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(I) 
(an.tro.po.mor.fis.mo) Fil.
sm.
1. Conceito ou ação de atribuir a Deus, aos deuses ou aos seres sobrenaturais sentimentos, ideias, paixões e atitudes próprias do seres humanos.
2. Conceito ou ação de atribuir aos seres irracionais e inanimados formas e comportamentos humanos.
[F.: Do fr. anthropomorphisme.]
 
Fonte: http://aulete.uol.com.br/antropomorfismo#ixzz2nBpav5QV