Nosso mundo colorido no I Salão Municipal do #Livro de São Gonçalo #RJ #evento #LeituraDaVez #LiteraturaInfantil #inclusão #Diversidade

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Março é o mês de aniversário do lançamento de nossa primeira coletânea, que foi lançada em 23 de março de 2013!! E para comemorar vamos participar do I Salão Municipal do Livro de São Gonçalo. Estamos muito felizes com a oportunidade. Estaremos lá para uma conversa informal e leitura de história, além da usual oficina de colorir para entreter as crianças.

Com entrada gratuita, o evento será realizado na casa de show Inove Music (I9), no bairro Camarão, até o dia 12 de março, quando é comemorado o Dia Municipal de Incentivo à Leitura. O evento teve abertura prevista para hoje, às 15h.

Leia mais sobre o evento:

Jornal O Dia: Salão Municipal do Livro começa nesta terça em São Gonçalo

Jornal O São Gonçalo: São Gonçalo terá 1o Salão de Livros

Serviço:
I Salão Municipal do Livro de São Gonçalo
Casa de show Inove Music (I9)
Rua Jaime de Figueiredo, 10
Bairro Camarão – São Gonçalo

Confira a programação completa:

10/03/2015
Tarde:
15h – Abertura – Palavras do Prefeito, Secretário Municipal de Educação e Secretário Municipal de Cultura (palco)
15h30min – Kiara Terra “OBAX – A coragem de inventar suas próprias histórias” (palco)
16h30min – Thalita Rebouças (palco)
17h30min às 18h – Thalita Rebouças – autógrafos/fotos – distribuição de senhas (Espaço Affonso Romano de Sant’Anna)

Noite:
18h às 21h – Oficina – “Como nasce um narrador” – Kiara Terra (30 vagas) – (Espaço Zuenir Ventura)
18h – Contação de Histórias – Maria Clara Cavalcanti (Canto de Contos 1)
18h30min às 21h – Oficina de Contação de Histórias – Maria Clara Cavalcanti (30 vagas) (Espaço Affonso Romano de Sant’Anna)
18h30min – Oficina “O Dom da Vidência e a Poesia de Jorge Luiz Borges” – Sec. Cláudio Mendonça (Canto de Contos 2)
18h30min – “A Família Salada” e “O Sol que queria nascer de noite”, por Cláudia Cataldi (histórias bilíngues) (Cantos de Contos 1)
18h30min – Poemas de Fernando Pessoa – Sr. Antônio Gomes Eduardo – (stand Livraria Gutenberg)
19h30min – “Ouvindo histórias, Fortalecendo laços: a importância das histórias na educação bilíngue – Profª Cláudia Spitz (Canto de Contos 1)
19h30min – Palestra “Gosto Literário – Pra não dizer que não falei dos livros” – Professor Dr. Érico Braga (Cátedra PUC/RJ) e Professora Drª Shirlei Victorino (SEMED/PROLER) (palco)

11/03/2015
Manhã:
9h30min – Histórias com a autora: Sônia Travassos (Canto de Contos 1)
9h30 – Resiliência e Habilidades Sociais – Mediadora: Profª Drª Luciana Campos e autores (Espaço Affonso Romano de Sant’Anna)
9h30min – A Arte de Ilustrar – Marília Pirillo, Renato Alarcão, William Côgo, Ykenga – Mediação: Professora Yolanda Florêncio (palco)
10h – Encontro com Amanda Rabello – (Canto de Contos2)
10h30 – Poeta Sérgio Fonseca – “Dizedor de Poesia” (Espaço Zuenir Ventura)
10h30min – Maria Fernanda e Lilia Barcelos – Contação de Histórias (Canto de Contos 1)
11h – Conversa com autor: Zuenir Ventura (palco)
12h30min – Ykenga – Oficina de Cartum (Espaço Affonso Romano de Sant’Anna)
12h30min – “Violência nas Escolas – Como Lidar?” – Juarez Bastos (30 vagas) (Espaço Zuenir Ventura)

Tarde:
13h – Ana Lúcia Pó – Contando e Dançando Histórias – (Canto de Contos 1)
13h15min – Luis Eduardo Matta – Literatura de Mistério (palco)
13h30min às 17h – Oficina Dançando Histórias – Ana Lúcia Pó (30 vagas) Espaço Zuenir Ventura
13h30min – Maria Fernanda e Lilia Barcelos – Contação de Histórias (Canto de Contos 1)
14h30min – Mesa de Debates: Jovens Autores “Afinal, pra que Ler?” – Carolina Estrella, Gabriel Edgar, Rodrigo Kilzer, Amanda Rabello, Bruna Fontes. Mediação: Affonso Romano de Sant’Anna (palco)
15h – Carolina Graciosa da Fonseca – O Mundo Colorido de Francisca – (Canto de Contos 1)
15h30min – Luciene Prado – Deusa e Semente Viva (Canto de Contos 2)
17h – Eduardo Spohr – autor de A Batalha do Apocalipse (palco)
17h30min até 19h – Palestra: “Histórias daqui, de lá, de todo lugar – Por que narrar?” – Escritor Rogério Barbosa Andrade e Professora Drª Adriana Bittencourt Guedes
18h30min – Um Novo Pirata – Olívia Neves (Canto de Contos 1)

12/03/2015 – Dia Municipal de Incentivo à Leitura
Manhã:
9h30min – Retratos da Leitura no Brasil – Professor Galeno Amorim (palco)
10h15min – Mesa de Debates: São Gonçalo Cidade Leitora – Autores Gonçalenses: Décio Machado (AGLAC), Fernando Félix (Presidente da AGLAC), João Luiz (Corujão da Poesia), Luciene Prado, Oton São Paio, Rachel Santo Antônio, Rubem Baptista, Sandra Lima e Vereador Professor Paulo. Mediação: Secretário Municipal de Educação Cláudio Mendonça (palco)
10h – Contos Africanos – Perses Canellas (Canto de Contos 2)
11h – Professora Dília Gouveia – “A Minha Pátria é a Minha Língua” com Sr. Antonio Gomes Eduardo – declamação (Espaço Affonso Romano de Sant’Anna)
11– “Vicente Esqueceu de ser Gente”– Elaine Furlani – (Canto de Contos 1)
12h30min – Homenagem a Ariano Suassuna – Auto da Compadecida – adaptação feita por Alunos do Programa Jovem Aprendiz SEST/SENAT (palco)
Tarde:
13h30min – Maurício de Souza (palco)
17h – Histórias pra boi dormir (palco)
18h – Encerramento / Palavras do Sec. Municipal de Educação e Sec. de Cultura
18h15min – Orquestra Municipal – Maestro Paulo Guarani (palco)

1a Roda Criativa de 2014: agora sim, Feliz Ano Novo!! #ProgramaçãoInfantil #LiteraturaInfantil #oficina

Em 22 de março de 2013 lançávamos nossa primeira coletânea. Agora, 1 ano depois de muitas cores, vamos comemorar com muita alegria na primeira Roda Criativa de 2014.

Junte-se à nós!!

sabor

Novos lançamentos sobre #diversidade (via @publishnews )

 

Educação infantil e diferença

EduInfantilDiferença

PublishNews – 18/02/2014 – Redação

Lançamento da Papirus Editora propõe pluralidade do ensino infantil

Educação infantil e diferença (Papirus, 192 pp., R$ 44,90), com organização de Anete Ab

ramowicz e Michel Vandenbroeck, trata das diferenças, da prática e do contexto social, econômico e político para solucionar problemas do ensino infantil no Brasil. O objetivo principal do livro é trazer a diferença como tema central e finalidade de uma prática e teoria educativa. Os autores concordam que a educação infantil deveria se constituir como um espaço de diáspora, que não é a pátria idealizada e homogênea, mas uma inflexão territorial e temporal  operada pelos coletivos sociais a partir da racialização, do gênero, da sexualidade e da etnia.

Acolhimento da diversidade

PublishNews – 18/02/2014 – Redação

Obra busca compreender o desafio da democratização da escola

A educação é um campo em constante transformação. É nesse espírito que a obra Conselho escolar e diversidade: por uma ConselhoEscolarDiversidadeescola mais democrática (Edufscar, 280 pp., R$ 30), organizada pelas educadoras Maria Cecília Luiz e Renata Maria Moschen Nascente, vem para dar subsídios à compreensão do desafio da democratização da escola. Pesquisadores, docentes e discentes da Universidade Federal de São Carlos e de outras instituições federais e estaduais se reuniram para compreender as bases teóricas e as possíveis abordagens que permitem à escola acolher a diversidade, rompendo preconceitos e reconhecendo e aceitando o outro, perspectiva que, na visão desses estudiosos, deve ser fomentada no conselho escolar. A obra se divide em duas partes, inclusão e diversidade nos conselhos escolares e conselhos escolares e democratização.

Mercado de #LiteraturaInfantil: setor é marcado por problemas de distribuição e compras governamentais

Mercado de literatura infantil em pauta

PublishNews – 10/10/2013 – Iona Teixeira Stevens

Setor é marcado por problemas de distribuição e compras governamentais

O Pavilhão 3 da Feira de Frankfurt é o mais colorido e um dos mais agitados, afinal, é onde se concentram as editoras de livros infantis. E foi ali que aconteceu hoje de manhã uma apresentação sobre o mercado editorial da literatura infantil brasileira, que reuniu Breno Lerner, da Melhoramentos, Mariana Warth, da Editora Pallas, e Renata Borges, da Peirópolis, que falaram sobre as características do gênero no Brasil. E elas podem grosso modo ser resumidas a duas: problemas de distribuição e compras governamentais.
“O Brasil tem cerca de 1.000 livrarias, num país com uma população de 200 milhões,” abriu Lerner. “A distribuição dos livros é, portanto, muito difícil, e acabamos dependendo muito das compras governamentais e das vendas diretas para escolas”. Mas, lembrou Lerner, o mercado é enorme, “dos 35 mil novos títulos lançados todos os anos, 24% são infantis”. Além disso, o futuro depende e passa pela educação (e a educação pelos livros infantis), então a expectativa é sempre de expansão.
Mariana Warth, da pequena carioca Pallas, reforçou a importância das compras governamentais. “A nossa editora teve 4 títulos que entraram nos programas de compras governamentais. Cada um teve 100 mil cópias vendidas. Para uma pequena editora como a nossa, determina muita coisa. É um número que talvez eu não chegue no ano inteiro”.
A plateia parecia não conseguir captar o tamanho do papel do governo brasileiro no mercado editorial. “Mas, quem são essas pessoas? Quem decide o que o governo vai comprar?”, perguntou uma italiana.
“Ninguém sabe, eles são invisíveis”, brincou Renata Borges. “Nós sabemos que são de universidades, às vezes mandamos um monte de livros para quem achamos que talvez seja responsável, para eles avaliarem. Em certo sentido, é um mercado selvagem”.
O governo tem ajudado indiretamente também. A Pallas e a Peirópolis publicam, respectivamente, livros com temas da cultura africana e de autores indígenas. Portanto a lei que obriga o ensino da história e cultura africana e indígena beneficiam ambas as editoras independentes.
Mas, em relação às poucas livrarias e dificuldades de distribuição, não há uma solução de curto prazo viável. “Por que não sugerem que o governo ajude a construir livrarias em lugares isolados, para ajudar a fomentar o mercado naquela região?”, perguntou uma senhora, que no Brasil seria provavelmente considerada ingênua. “Não atingimos nem o patamar de ter uma biblioteca em cada cidade no Brasil, e enquanto isso não acontecer não há como nem falar sobre livrarias”, respondeu Lerner. Como se sabe, há uma lei que visa atingir esse patamar, a uma taxa de 52 bibliotecas por dia.